Fruto de um grande amor ultrapassando todos os obstaculos chegaste para alegrar a vida nao so a nossa vida de pais mas de toda a familia!

sexta-feira, 12 de março de 2010

As células estaminais...

Estão a dar-me cabo da cabeça...por um lado quero preservar as células num privado, por outro sei da existência de um banco publico, as diferenças?! Bem essas são notórias...ainda que, estou a aguardar que no publico me respondam a um e-mail que enviei a colocar algumas questões, mas pelo que tenho lido, no publico não se paga e no privado são +/- 1000 €, no publico dizem que as células podem ser utilizadas por outra pessoa...no privado garantem a conservação (se bem que já tenho lido que não é bem assim) basicamente são estas as diferenças!

Posto isto existem opiniões para todos os gostos:

Para cientistas e médicos, a utilidade do banco é óbvia. E até empresas privadas que preservam o mesmo tipo de células consideram que o serviço é complementar ao delas. É o caso da Bioteca e da Future Health, que salientam, contudo, que no privado os pais sabem que as células recolhidas no momento do parto são 100% compatíveis com o próprio bebé. A Crioestaminal diz-se disponível para colaborar com o Lusocord.

Sandra Oliveira decidiu não preservar numa empresa privada o sangue do cordão da filha, Matilde. Restavam-lhe duas alternativas: desperdiçar algo que pode salvar vidas ou proceder à preservação no Lusocord. Optou pela segunda."Preferi um serviço gratuito e acessível a toda a gente". Sandra sabe que o sangue de Matilde, que nasceu a 17 de Setembro, poderá ser utilizado noutra pessoa que não a sua filha. E foi precisamente esse aspecto altruísta, de dádiva, que a fez optar pelo banco público.

O director do Serviço de Transplantação do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, Manuel Abecassis, também não recomenda o recurso a bancos privados. "Não há evidência científica muito forte que sustente essas empresas", diz. O médico, que fez o primeiro transplante com células do cordão em Portugal, em 1994, realça que "após haver um número de dadores de medula óssea muito significativo o passo seguinte seria o desenvolvimento do banco de sangue do cordão".

"Já a directora do CHN não vê qualquer vantagem na armazenagem em bancos privados, por considerar que "a probabilidade de aquele sangue ser utilizado no próprio é mínima". No entanto, garante, "nenhum bebé vai ser prejudicado porque alguém fez uma escolha por ele", caso venha a precisar do Lusocord."

Rui Reis, membro da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular, reconhece vantagens importantes no Lusocord, mas não vê o projecto como uma alternativa aos privados. Sobretudo se tivermos em conta que, no futuro, "muitas situações só poderão ser resolvidas com abordagens autólogas (utilização de células do próprio)", em áreas como "queimados, osteoporose, paralisia, etc.".

Posto isto o que é que eu faço meus amigos?!

É um dilema, entre gastar 1000 € e não gastar nenhum...ou pegar nos 1000 € e comprar outras coisas para o bebé ou fazer um investimento.

PS: Sim a Mãe não escreve no blog á muito tempo, e ainda não contou como correu a tua consulta no doutor! (Mas correu bem, vamos ver-te na segunda feira ;))

Beijinhos do Pai!
Ate logo!

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